No caso do champanhe, as flûtes devem ser servidas devagar, a fim de que se estimule a sequência de bolhas na superfície. As flûtes jamais deverão ser cheias até a borda, pois deve-se deixar espaço para que o ar ajude a concentrar os aromas.
Para completar o vinho no copo deve-se levar em consideração:
Só se completa o vinho, quando houver cerca de dois goles no copo. Recomenda-se este procedimento para que o vinho possa evoluir no copo;
Quando completar a flûte de champanhe considere que se for encher constantemente a temperatura da bebida é alterada. A pessoa terá um copo cheio de bolhas e inadequadamente gelado.
Para esfriar-se o vinho a maneira mais rápida é colocar a garrafa num balde preenchido com metade de gelo e a outra metade com água fria. Mergulha-se a garrafa até ao gargalo. Assim, consegue-se acelerar o resfriamento do que se faz no balde só com gelo.
Para os vinhos mantidos na temperatura ambiente, use o banho de água gelada:
Os vinhos tintos aproximadamente 5 minutos;
Os vinhos tintos superfrutados (Beaujolais) ao redor de 15 minutos;
Os vinhos brancos deve-se esperar por volta de 15 a 20 minutos;
Champanhe e espumantes, ao redor de 30 minutos.
O conceito não é gelar o vinho tinto, e, sim, baixar a temperatura, para que adquira um sabor equilibrado, concentrado e repleto de fruta.
Historicamente, é bom lembrar-se que na Europa os vinhos tintos eram servidos somente na temperatura ambiente, isso antes do surgimento do aquecimento central. Muitas vezes esses vinhos eram trazidos diretamente de uma adega com temperatura ainda mais fria.
O ideal é que o vinho tinto esteja a uma temperatura entre 15º C e 18ºC.
A exceção à regra fica com os vinhos extremamente frutados e com baixo tanino, como por exemplo, os Beaujolais, que deverão ser esfriados a exemplo dos vinhos brancos para realçar a fruta.

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